08 Abril 2009

O Grande Truque - O Filme



No lapso entre correr e cuidar um pouco de mim mesma, por favor, uma nesguinha de entretenimento porque eu não sou de ferro. Aliás, tenho que pensar na lista de filmes, livros, músicas e pessoas com as quais terei o prazer de entreter-me nesse período de vadiagem útil, necessária e proveitosa de um feriado. Tenho desfrutado desses momentos menos do que eu gostaria. Porém, desse pouco, ainda bem que tenho tido a boa sorte de me deparar com distrações lapidares. Como o filme de qualidade recomendável que comentarei agora.

O grande truque com Christian Bale e Hugh Jackman. Há muito tempo que tenho feito minhas incertas nas zapeações da vida a fim de ver se, por um acaso feliz, o filme estaria passando em algum canal Skyniano. E não é que a contigência mostrou-se realmente favorável? De modo que aqui estou sapecando a sinopse do filme:





Século XIX, Londres. Robert Angier (Hugh Jackman) e Alfred Borden (Christian Bale) se conhecem há muitos anos, desde que eram mágicos iniciantes. Desde então eles vivem competindo entre si, o que faz com que a amizade com o passar dos anos se transforme em uma grande rivalidade. Quando Alfred apresenta uma mágica revolucionária, Robert fica obcecado em descobrir como ele consegue realizá-la.

A trama é genial prendendo a atenção do início ao fim. Interessa mencionar que, quando de seu ínicio, é explicada a natureza de uma boa mágica em três passos:

A Promessa em que o mágico apresenta um objeto aparentemente comum; A Virada que acontece quando esse objeto comum passa por um processo extraordinário de transformação (como o coelhinho que some na cartola do mágico) em que os olhos de curiosidade da platéia tentam, em vão, descobrir o segredo da mágica; e O Grande Truque, o ápice do espetáculo, o clímax cuja mudança pelo efeito fantástico do resultado causa assombro na platéia.

Assim, seguindo essa estrutura, em três passos tem-se um filme completo que se descortina para o espectador de forma muito inventiva. O suspense é hábil em incentivar a tensão, principalmente, por abolir a perspectiva maniqueísta que, fatalmente, conduziria o espectador a se posicionar a favor do mocinho e preterir o vilão. Mas, tudo é ilusionismo no filme. Nada é o que parece sendo preciso prestar atenção aos detalhes. È claro que só cheguei a tal conclusão ao término do filme quando percebi que deveria ter me livrado da viseira que embota os sentidos e do vício da presunção de antecipar o script como quem tenta deslindar uma história de Agatha Christie. Mas, o filme é mágica, o segredo se esquiva o tempo todo em que iludindo, causa surpresas no fim.

Um filme bom para exercitar os sentidos periféricos. Com certeza.

Fiquei com uma vontade de ler o livro no qual o filme foi baseado: The prestige de Christopher Priest.

3 comentários:

Ð∂ηïєℓα PïreS disse...

eu to loca pra ve esse filme... mtas pessoas me falaram q é otimo... mais sempre da errado qdo me programo pra ve
me falaram que como gostei mto do o ilusionista q tinha q ve esse filme q iria amar tbem

adorei seu blog
vou seguir

bjokasss

Livros de Bia disse...

Nossa Vivi, esse é de longe um dos meus filmes preferidos... sem contar que tem Hugh Jackman, o que é uma coisa maravilhosa!!!

Ele e O Ilusionista estão no top 10para mim!

Bjs

Vivi disse...

Meninas, esse filme é tudo. Quero até comprá-lo!...rs

Beijos

 

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